O amor, aprendi afinal,
Dói feito colher de pau
E cheira a arnica
terça-feira, 27 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Do feijão coado
Dizem que amor de mãe é um só
Permita-me discordar
Feliz é o sujeito que cresce
Sendo filho de vó
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Médio
Mazelas vem e vão
Mas em uma, espero que não chegue minha vez
Aquela de quem pode ser grande
Mas elege a pequenez
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Lei do menor esforço
A repetição papagaial
Não necessita raciocínio
E instrução quase nada
Talvez por isso
Seja tão utilizada
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
Campo minado
Não sei se me assusta mais
A companhia ou a solidão:
Vivo rodeado de amigos
Mas nunca sei dizer quais são
terça-feira, 13 de outubro de 2015
sexta-feira, 9 de outubro de 2015
Poesia de sexta
Depois de carregar sacola
Nos dias de feira
Não me sobra saco
Pra quem carrega bandeira
Lã
As palavras em que me fio
As pessoas em quem desconfio
Os problema nos quais me enfio
É que fazem da minha vida
Estar sempre por um
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Fanático
Faço tudo por você
Pulo
Canto
Brigo
Até troco de roupa
Só o braço é que não
Esse eu não dou a torcer
segunda-feira, 5 de outubro de 2015
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Dieta
Continuar cortando fritura
Sabendo que nada mata mais que a vida
Em sua quase inocente ternura